Pages

Mostrando postagens com marcador Dicas sobre PC. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dicas sobre PC. Mostrar todas as postagens

como manusear as peças?

Conservar o bom estado das peças do seu computador também depende muito do jeito com que você as manuseia. Descubra como segurar corretamente os componentes do seu computador e evite dores de cabeça!

Para quem nunca o fez antes, montar computadores pode ser uma tarefa um pouco complicada. São dúvidas de vários tipos e que têm diferentes soluções. Porém, muita gente se prende ao “montar”, propriamente dito e esquece que para poder fazer isso é preciso manusear as peças. É nesse momento que muitos erros e danos são causados às peças do seu computador.

Como sabemos, os computadores são compostos por circuitos eletrônicos que exigem cuidado ao serem tocados. O corpo humano produz eletricidade estática e é justamente esse tipo de condução de energia que compromete as peças do seu computador. Por isso, é importantíssimo que você procure sempre fazer descargas estáticas em objetos que não sejam os componentes do seu PC.

Todo cuidado é pouco para manusear peças de computador!

Para fazer isso procure alguma superfície metálica não pintada – pode ser a fonte de alimentação do computador (desde que não tenha sido pintada), partes do gabinete ou então janelas metálicas sem camadas de tinta. É importante lembrar que se deve tocar essas superfícies metálicas com as duas mãos. Porém, se você tocar a fonte, certifique-se de que ela está ligada ao fio terra da rede elétrica da sua casa, se não for possível, verifique se há alguma ligação neutra. Isso fará com que a descarga seja mais eficaz.

Toque superfícies metálicas a cada 15 minutos para evitar choques eletrostáticos

Verifique se a fonte do seu computador está conectada a um filtro de linha ou estabilizador que tenham sido desligados nos botões. Isso garantirá que não existe energia circulando pelos circuitos nesse momento, mas permite que a estática seja descarregada nesses objetos. Outra opção bastante utilizada é a pulseira anti-estática.

Preste muita atenção na hora de manusear os componentes!Como geramos estática?

Todos devem lembrar daquela brincadeira de esfregar uma bexiga cheia de ar em um pedaço de tecido e depois passá-la próxima aos cabelos. O que acontece depois é ficar com os cabelos em pé, devido à eletricidade estática. Quando existe atrito com objetos similares pode gerar esse tipo de energia. Um bom exemplo acontece quando andamos sobre carpetes e o ambiente em que estamos é seco. A voltagem gerada por esse processo pode chegar até 35.000 Volts, se a umidade relativa do ar for muito baixa.

Então existe um choque?

Sim, existe um choque. Contudo, ele acontece tão rápido que não somos capazes de senti-lo, nesses casos. Não sentir o choque acontecer não significa que ele nunca existiu. Os transistores que compõem os circuitos do seu computador são tão pequenos (em média eles têm 0,0001 milímetros) que são rapidamente queimados por uma descarga dessas. Trata-se de uma questão de proporção. Para o nosso corpo, que é milhares de vezes maior que um transistor, os efeitos desse choque são irrelevantes. Entretanto, o tamanho ínfimo da peça não a confere capacidade para aguentar o choque e o equipamento acaba sendo danificado.

O que fazer para proteger os circuitos?

O grande segredo está no jeito com que seguramos as peças. Depois de ter feito as descargas em objetos metálicos ou então ter colocado a pulseira anti-estática e conectado-a ao terra da rede elétrica, é hora de aprender como segurar os componentes para a montagem correta e segura do seu computador.

O problema está em tocar os circuitos diretamente com as mãos. O procedimento correto envolve segurar as placas e outras peças pelas laterais, de modo que os dedos não fiquem sobre os contatos metálicos. Quando se toca uma peça sem qualquer um dos cuidados citados aqui o risco de tê-las danificado para sempre é muito grande!

Abaixo você vê as imagens de “Certo” e “Errado” quanto ao modo de segurar uma peça.

Segure as placas pelas laterais! Não toque os circuitos!
Procure evitar o contato direto com os circuitos! Manusear corretamente evita prejuízos!
Tocar os circuitos podem danificar a peça para sempre! Segure o HD pela parte metálica!
Procure manusear a fonte com as duas mãos! Segurar a fonte pelos fios é errado!
Assim como o HD, os drives também devem ser manuseados corretamente! Evite tocar os conectores! Eles podem ficar tortos e ter o funcionamento prejudicado!
Tome mutio cuidado com a placa mãe! Sem ela o computador não funciona! Não toque os circuitos da placa mãe sob hipótese alguma!
Todo o cuidado é pouco quando for manusear o processador!
Nunca toque os pinos do processador! Procure segurá-lo pelas laterais!

Estragou, e agora?

Se o computador apresentar problemas, procure trocar a assistência técnica!Se você ou qualquer pessoa que tenha ficado responsável de consertar o seu computador não tomou as providências de proteção, sem dúvidas o computador irá apresentar algum tipo de problema. Esse tipo de dano não escolhe tempo de uso. Por isso, aquele computador novinho em folha que você montou ou comprou de alguém já está apresentando problemas, pode preparar o bolso para comprar novas peças.

Sempre que se toca uma peça sem o devido cuidado, pode-se causar dois tipos diferentes de dano: os imediatos (e catastróficos) e os latentes. A diferença entre eles está no tempo para a manifestação do problema. Os danos imediatos são notados logo que se instala a peça e realiza-se o teste. O computador irá funcionar mal ou até mesmo não funcionar, caso um dano imediato – também chamado de catastrófico – tenha ocorrido.

Já os danos latentes são aqueles que podem demorar algum tempo até se fazerem notar. Pode levar meses até que a peça comece a apresentar sintomas de mau funcionamento. A partir desse momento, o componente pode parar de funcionar logo no primeiro erro ou então manter uma intermitência, isto é, funcionar bem em um momento e logo depois não operar mais.

A única solução é verificar se os produtos estão dentro da garantia (se houver uma) e procurar a loja em que o computador foi comprado para realizar uma troca. Caso não haja nenhum tipo de garantia da loja ou do técnico responsável pela montagem do seu computador, o prejuízo, infelizmente, será todo seu.

Muito bem, agora que você já sabe quais são os modos corretos de se manusear peças de computador, pode evitar danos irreversíveis aos componentes da sua máquina! Porém, muita gente ainda desconhece os potenciais problemas que o manuseio incorreto pode causar. Isso provoca uma série de peças com funcionamento deficiente ou inexistente. E você? Já passou por alguma situação parecida? Conte para a gente no seu comentário!

Fique ligado para mais dicas sobre manutenção de computadores e até a próxima!

BIOS - Desmistificamos algumas das principais funções da BIOS

Nunca fuçou em uma BIOS antes? Então está na hora de conferir o que há dentro de uma e de regular todas as suas opções. Não tenha medo e siga as nossas dicas!

Nós já trouxemos a vocês os artigos “O que é BIOS?” e "Conheça como é uma placa-mãe sem medo", nos quais abordamos diretamente o que é famosa e misteriosa BIOS, que assusta os usuários mais leigos e ainda é motivo de frustração para alguns que já lidaram com ela e com componentes de computadores diversas vezes na vida.

Como já mostramos como ela é por fora e como ela opera em relação ao funcionamento do sistema e de sua inicialização, hoje abordaremos algumas das opções mais comuns entre os diversos modelos que circulam pelo mercado, como, por exemplo, os ajustes de discos e componentes na inicialização, clock de processadores e memória (frequência defuncionamento) , chipsets integrados e até mesmo a ordem de boot (que é dúvida para muitos ainda).

Dizemos “os principais” porque existem diversos modelos no mercado e cada qual possui suas próprias características e menus, mas todas compartilham algumas opções e finalidades. Para este artigo foi utilizada como referência a BIOS da placa mãe ASUS P5W DH – Deluxe (sem atualizações), da American Megatrends.

Placa mãe utilizada

Recomendamos também que você, usuário, tenha muita atenção ao ler cada opção e tela, pois algumas delas podem impedir a inicialização do sistema ou até mesmo levar o seu processador à morte! Vamos lá!

Acessando a BIOS

A BIOS é acessível apenas nos instantes anteriores ao carregamento do sistema, o que significa que você precisa ficar ligado para pressionar o botão a tempo. A tecla de acesso varia de acordo com a versão e fabricante da BIOS, mas em geral são escolhidas:

• DEL (Delete).
• F2.
• F12.

Para descobrir qual corresponde à sua, basta ficar de olho na mensagem mostrada logo na entrada, que contém também os comandos de depuração e de configuração de inicialização. Já dentro dela, os comandos para navegação são as setas direcionais, a tecla Enter para confirmação do campo, Esc para voltar, F1 para ajuda e F10 para salvar as modificações e sair. Novamente, consulte os comandos mostrados pela sua versão para ter certeza de que tudo está de acordo.

Dentro da Bios

Primeiro contato com a guia principal

É na primeira tela (dentro da guia Main, Principal) que ficam os ajustes básicos de hora e data, idioma de exibição e dos dispositivos de hardware, como os discos rígidos (tanto IDE quanto SATA), leitores de mídia e drives de disquete. Por aqui é conferido se o computador reconheceu o disco que você acabou de instalar. Confira a visão geral abaixo:

Tela principal da BIOS

Vale ressaltar que a hora e data podem ser ajustadas manualmente, bastando apenas entrar no campo com a tecla Enter e editá-las manualmente. Já os itens de hardware revelam outra tela com mais informações sobre eles quando acessados. Novamente, é possível desativá-los por completo (para que o sistema os ignore), configurar para detecção automática a cada inicialização ou ainda atribuir um status manualmente (como CD-ROM) para a entrada.

Este último método manual é útil para que o seu sistema não perca mais tempo durante a inicialização para localizar novamente os dispositivos que já estão instalados. Por outro lado, no modo automático você pode trocar de componentes ou ainda mudar a posição dos já existentes sem ter que se preocupar em refazer o arranjo dos itens.

Outra opção importante da guia principal é a IDE Configuration, ou configuração IDE. Aqui são definidos os tempos de espera do sistema para a detecção de dispositivos e o modo de operação dos discos rígidos. Quem utiliza sistemas anteriores ao Windows XP geralmente precisa mudar do Enhanced Mode para o Compatibility Mode, ou modo de compatibilidade em português.

Configurações de dispositivos IDE

Seguindo para a parte de baixo da tela, temos a opção System Information: pense nela como uma exibição dos dados do computador mais completa do que a vista pelo sistema (nas propriedades do Meu Computador), já que ela traz para você o tipo e modelo de processador (com a contagem de núcleos para os com dois ou mais) e também a memória total da máquina, seguida da quantia livre e da já ocupada por outros dispositivos, como placas de vídeo onboard por exemplo.

Guia Advanced

Ajustes Avançados de portas e dispositivos onboard

Seguindo adiante com a nossa descrição da BIOS, temos a guia Advanced. Note que a sua placa pode utilizar um termo diferente ou não ter algumas das opções demonstradas a seguir, já que elas dependem da presença de componentes onboard em sua grande maioria.

A primeira opção (retratada na imagem abaixo) serve para que os usuários mais avançados ajustem as configurações de alimentação e de velocidade do processador (para que a reduzam ou façam o famoso Overclock). Não recomendamos que você altere nada aqui, a menos que realmente saiba o que está fazendo.

Configurações de velocidade do processador

USB Configuration, por sua vez, leva o usuário aos ajustes das portas USB, envolvendo a quantidade delas que ficará ativa, o suporte para dispositivos mais antigos, o modo de funcionamento (para os padrões 2.0) e o máximo de velocidade permitida, entre os modos HiSpeed — que é geralmente padrão — e FullSpeed, que permite velocidades muito mais altas com dispositivos compatíveis.

Tela de configuração das portas USB

Retornando à tela principal da guia Advanced, temos ainda as configurações de processador — que revela dados de memória cache, virtualização e controles de temperatura, além de outras tecnologias individuais para cada processador e fabricante. Já PCI/Pnp se refere aos componentes Plug and Play e seu devido reconhecimento, sendo escolhido se será a BIOS ou o sistema operacional o encarregado pela detecção (procure deixar tudo como está, a menos que tenha problemas).

Mas a mais importante das opções aqui é a Onboard Devices Configuration. Nela você tem acesso a todos os componentes que estão integrados à placa mãe, tais como as placas de rede, de vídeo e de som, controladores 1394, SATA, PATA e portas seriais. Todos estes elementos podem ser ativados ou desativados de acordo com sua necessidade. Lembre-se que estas mudanças não são de forma alguma permanentes, bastando retornar a BIOS para as configurações padrão em caso de falhas.

Configurações de áudio

Os controladores de áudio geralmente possuem configurações de acordo com o sistema operacional (modos exclusivos para o Windows Vista) e com os painéis frontais, para áudio de alta definição. Caso seja instalada uma placa separada, é uma boa desligar a integrada para evitar conflitos e travas de sistema.

Guia Power

Energia para seus componentes!

Agora que você já ajustou direitinho todos os seus componentes onboard, é hora de verificarmos as configurações básicas de energia. Algumas das opções desta guia envolvem o método de hibernação (um que economiza mais e outro que faz a máquina voltar mais rápido) e por quais dispositivos o computador deve ser ligado (como teclado, modems externos, mouse e dispositivos PCI). Algumas placas podem até mesmo ser configuradas de modo a ligarem novamente em caso de queda de energia, assim que a distribuição for restabelecida.

Tela de gerenciamento de energia

Outra ferramenta frequentemente disponível pela guia de energia é a de monitoramento, que controla e mostra em tempo real dados como temperatura do processador, placa mãe e memória, tensão recebida nos componentes (útil para identificar problemas na rede elétrica) e velocidade de funcionamento das ventoinhas ligadas na placa e não no gabinete.

Guia Boot

Definindo a ordem da inicialização

Quem nunca passou por mensagens do tipo “Erro ao ler dispositivo”, “Erro de disco”, ou ainda por vezes em que o disco de instalação do Windows é colocado no drive e o computador não lê, passando batido para o sistema e impedindo você de consertar o sistema? O que ocorre é que os dispositivos não estão na ordem correta, mas a solução é simples e está aqui nesta guia.

Prioridade de dispositivos

Entrando nela, você define a prioridade entre seus discos rígidos, drives de CD/DVD e dispositivos removíveis. Para evitar dores de cabeça e erros, recomendamos que você deixe a leitura na seguinte ordem:

• Drive leitor de CD/DVD.
• Disco rígido com o sistema operacional primário.
• Disco rígido com o sistema operacional secundário ou com dados (caso exista).
• Outros dispositivos.

Assim a cada vez em que for ligado o seu computador procurará por discos de instalação, depois (caso não encontre) pulará direto para a inicialização do sistema operacional padrão. Outra coisa: em algumas BIOS, assim como na que está sendo utilizada, você define a ordem dos tipos de dispositivos e depois — em outra opção — a ordem do grupo, como qual disco rígido será lido primeiro dentre todos os presentes no computador, por exemplo.

Ajustess

Agora que você já sabe como configurar a inicialização, vamos para a opção Boot Settings Configuration. Nela você ativa ou desativa funções como a imagem que é mostrada quando o computador é ligado, bem como suporte para mouse e também os avisos para erros de leitura do teclado. Recomendamos que as configurações padrão sejam mantidas para que você perceba quando qualquer erro acontece.

Algumas BIOS ainda oferecem mais uma opção de segurança. Por ela o usuário pode atribuir uma senha de acesso para o computador, independente de sistema operacional, o que significa que a máquina só poderá ser iniciada com ela. Muita atenção: não há como recuperá-la em caso de perda. A melhor solução é retirar a bateria (da placa mãe) por alguns instantes, mas não recomendamos, pois todas as configurações serão perdidas junto.

Configuração de senha

Guia Exit

Finalizando e salvando as modificações

Que trabalheira não? Depois de fuçar em tudo, a última coisa que você quer é perder tudo, portanto muito cuidado ao sair da BIOS. Para salvar adequadamente as alterações, selecione a opção Exit & Save Changes, como mostrado abaixo:

Salvando as configurações

As demais opções desta tela servem para descartar e sair da tela, apenas descartar as alterações ou ainda carregar as configurações de fábrica (o que é muito útil caso algo dê errado).

Não tenha medo de explorar as telas e de se informar, afinal a BIOS também é parte de seu computador e você deve conhecê-la para tirar o máximo proveito dos recursos da máquina. Até a próxima!

Extraia o máximo de qualidade do seu monitor LCD

Neste artigo nós mostramos alguns passos simples que farão com que a imagem do seu monitor LCD fique ainda melhor, mais viva e nítida!

Os monitores LCD vieram para facilitar a vida de todos e para melhorar a qualidade de imagem com padrões digitais de transmissão, mas a realidade é que muitas pessoas enfrentam problemas diariamente com eles, a exemplo de imagens embaçadas, tremidas, fora de proporção ou ainda com as cores completamente desreguladas.

Mesmo aqueles que ligam corretamente podem não estar tendo o máximo de qualidade simplesmente por não configurarem tudo devidamente. Se você quer tirar mais proveito do seu equipamento, não deixe de conferir as nossas dicas abaixo!

Posicionamento adequado

O primeiro passo é certificar-se de que o monitor está em posição adequada em relação aos seus olhos e ao seu corpo. A distância entre seus olhos e a tela deve ser similar ao tamanho de um braço, portanto apenas estique o seu para frente e se afaste um pouco caso toque com muita facilidade o monitor.

Cuidado! Monitor muito próximo aumenta o stress visual!

Já a altura não é uma regra certa e depende muito do tamanho da tela, mas é recomendado que você não precise fazer muito esforço para ir de uma linha para a outra e nem que seja necessário forçar o pescoço. Dessa forma, busque deixar a tela de forma que o topo dela coincida com a sua linha de visão normal (isto é, com os olhos voltados para frente, nem para cima e nem para baixo).

Ligando no computador

Se o seu monitor e sua placa de vídeo possuem saídas de imagem do tipo DVI, aproveite-as, pois é por elas que é transmitido o sinal digital, sem perdas e sem a necessidade de reconversão. A utilização de conversores de um formato para o outro (digital para analógico) na falta do equipamento adequado em alguns casos podem causar latências nas imagens e em alguns casos até a perda da qualidade.

Conector HDMI

Outra alternativa de qualidade é o HDMI, formato mais recente que já está sendo utilizado em muitos modelos do mercado.

Configurações básicas

Depois de ligar tudo e de iniciar o Windows, o primeiro passo é ajustar a resolução de tela (que geralmente não é colocada na configuração nativa pelo sistema). Isso pode ser feito ou pelo driver da placa (como as AMD ATI e nVidia) ou pelo Painel de controle > Configurações de vídeo. O máximo é necessário para a melhor qualidade, já que ele mostrará a maior quantidade de pixels (e consequentemente de detalhes) na tela, sem distorções verticais ou horizontais.

Esta configuração varia de acordo com marcas e tamanhos de tela, mas geralmente a regra é próxima à apresentada pela tabela abaixo:

Tabela

Não tenha medo das letras pequenas: caso tenha dificuldades para ler em resoluções mais altas, teste uma configuração de tamanho de fonte diferente. No Windows Vista ela pode ser ajustada pelo painel de Personalização, também localizado no Painel de Controle:

Ajustes de tamanho de fonte

Taxa de atualização? Hertz?

A taxa de atualização do monitor nada mais é do que o número de vezes que o equipamento atualizará a sua imagem por segundo (ex: 60 Hz equivaleriam a 60 mudanças por segundo). Monitores em configurações muito baixas podem ter um resultado desastroso para o usuário: imagens fora de foco e trêmulas que forçam a vista do usuário (causando até mesmo dores de cabeça).

A recomendação é selecionar o máximo permitido pelo monitor através das configurações avançadas do monitor.

Configuração de Hertz

Calibrando brilhos e contraste

Depois dos passos acima, é hora de você calibrar os níveis de brilho e contraste do seu monitor, bem como de gama (para quando as imagens e cores não parecem naturais, ou quando há perda de detalhe em tons médios). Algumas versões do Windows já incluem ferramentas para isso, mas se este não for o seu caso, recorra a ferramentas como o Adobe Gama, que é instalado na máquina junto com o Adobe Photoshop.

Esta etapa, embora consuma um tempo considerável, é necessária para que as imagens não fiquem apagadas ou fora do alinhamento de cores. Caso as configurações do seu monitor não sejam suficientes para produzir o efeito necessário, recorra novamente aos drivers da placa de vídeo, a exemplo da configuração de gama da nVidia, mostrada abaixo:

Ajustes de GAMA em uma nVidia

Depois de tudo isso, você já pode aproveitar uma ótima imagem!